Dicas para o desenvolvimento da resiliência

Algumas situações desfavoráveis do dia a dia, como eventuais perdas pessoais e ameaças ambientais, podem constantemente, colocar à prova nossa estabilidade emocional.

A resiliência, no seu conceito mais simples, significa a capacidade de enfrentar esses altos e baixos do cotidiano e se fortalecer com os desafios, desfrutar da vida e dos relacionamentos sociais de uma maneira positiva.

Ser resiliente é um aprendizado diário, e como “ensinar” esse aprendizado para as crianças? O núcleo familiar é o primeiro modelo de afetividade e a principal referência para os pequenos, por isso, quanto mais contato com os modelos positivos diante da vida eles tiverem, mais encorajados serão para o desenvolvimento de suas próprias qualidades de empatia, compaixão e resiliência.

Atualmente existem estudos sobre o fenômeno da resiliência no que se refere às perspectivas relacionadas ao indivíduo, ao contexto social e cultural, à quantidade e à qualidade dos eventos de vida e fatores de proteção. Eis algumas dentre as várias maneiras de encorajar o desenvolvimento da resiliência (seja em crianças, adolescentes, jovens ou adultos). Afinal, todos nós precisamos aprender a nos fortalecer com os desafios!

Estimular as crianças a nomear os seus próprios sentimentos, identifica-los e assumi-los. Quando alegres, poderem compartilhar com os outros, quando tristes, serem contidos por um abraço, são alguns exemplos cotidianos. E para nós, adultos, além de identificar e assumir os sentimentos, evocar quando precisamos de um colo, por exemplo. Cabe aqui observarmos o quanto conseguimos lidar com as nossas próprias emoções, para então ajudar as crianças e os outros.

Treinar um olhar positivo e consequentemente aprender a enxergar além do problema atualmente “imposto” (Neste ponto, muitas vezes um profissional pode ajudar).

 Incorporar atividades físicas. Elas estão associadas com o aumento de endorfinas na corrente sanguínea e de dopamina no cérebro. Ambas se relacionam com a sensação de bem estar e felicidade. Atividades físicas em família/grupo podem ser divertidas e prazerosas.

 Praticar diária e continuamente a habilidade de estar no aqui e agora através de exercícios de relaxamento ou de atenção a respiração. Caminhadas, yoga, pilates, uma boa leitura, nadar, pintar, cozinhar, escutar música e assistir um bom filme são alguns exemplos.

Realizando práticas como estas, existe uma possibilidade maior de adquirir resiliência e evitar o adoecimento diante de situações adversas. Ah! Buscar ajuda também faz parte da resiliência, e se por ventura você perceber que está com dificuldades para superar determinada situação e que só um profissional pode te ajudar, não hesite e procure um(a) psicólogo(a)!  😉

Um Beijo e até mês que vem,

Thays.

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