No último dia do mês, trago para vocês um assunto não muito agradável, mas super importante que vale a pena ser refletido e colocado em prática o ano todo!

Assim como existem movimentos como o Outubro Rosa e o Novembro Azul que têm o objetivo de alertar as pessoas para a causa e estimular comportamentos de prevenção, o Maio Amarelo possui a mesma proposta, mas voltada para o trânsito, e é simbolizado pelo laço da mesma cor que, no semáforo, indica atenção.

É um movimento global para chamar a atenção da sociedade, colocando em pauta a segurança viária e mobilizando a todos, com envolvimento dos órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para um engajamento efetivo em ações que propaguem o conhecimento.

No dia a dia de todos, percebemos que o trânsito é motivo de preocupação, stress, atrasos (até desculpas) e que ninguém está imune aos seus efeitos. No entanto, é por meio dele que nos deslocamos para os nossos compromissos, diversões, viagens e ao merecido descanso no final do dia.

Não importa se estamos de carro, ônibus, moto, bicicleta ou a pé… De qualquer uma destas formas estamos fazendo parte do trânsito e consequentemente correndo risco de vida!

E não… Não estou sendo dramática… Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que o Brasil está em 5º lugar no ranking mundial de mortes no trânsito (atrás da Índia, China, EUA e Rússia) e os “acidentes” de trânsito representam a 1ª causa de mortes de pessoas com idade entre 15 a 29 anos de idade.

Coloco a palavra acidente entre aspas para refletirmos a respeito, pois muitos destes eventos de trânsito que causam danos poderiam ter sido evitados. Reinier J. A. Rozestraten, pioneiro nos estudos em Psicologia no Trânsito no Brasil, desde 1988 já afirmava que o fator humano é preponderante nas causas de “acidentes”.

Sendo assim, comportamentos imprudentes como: exceder o limite de velocidade da via, ultrapassar o sinal vermelho, não usar cinto de segurança, não usar equipamentos adequados de retenção para crianças (cadeirinha, assento de elevação), dirigir após ingerir bebida alcoólica (e se pararmos para pensar mais um pouquinho a lista aumenta…) não podem ser considerados acidentais, são condutas que escolhemos e que podem fazer a diferença para a nossa segurança e a dos outros.

O trânsito é um espaço de todos, onde as pessoas são a parte mais importante e precisamos conviver com respeito e responsabilidade. Nossa escolha faz a diferença!

Alguns sites interessantes:

www.onsv.org.br
www.maioamarelo.com
www.naofoiacidente.com.br

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