“Lei de pureza” das cervejas

Já ouviram falar em “Lei de pureza” das cervejas?! Pois é, existe!

Durante a idade média e a renascença a cerveja era parte da dieta diária, não havia restrição de idade, era a bebida da família toda, servida inclusive no café da manhã.

No início da idade moderna, a reforma protestante desencadeou uma onda de mudanças na Europa, o que enfraqueceu muito a cultura cervejeira nos mosteiros e passou a regulamentar a produção, e isso incluiu a cobrança de impostos sobre a produção e também gerou uma preocupação maior com a qualidade da cerveja.

A primeira regulamentação decretada sobre a produção foi feita na Alemanha, em 1487, na região da Baviera, e ela serviu de inspiração para a promulgação da Lei de Pureza, a Reinheitsgebot, em 1516 que se tornou a mais famosa referência sobre padronização de fabricação da história:

Estabelecida pelos duques Wilhelm IV e Ludwig X, em 23 de abril de 1516, dizia, entre outras coisas, que os únicos ingredientes permitidos pra a fabricação de cerveja eram: Água, cevada e lúpulo. Esta lei não mencionava a levedura porque nesta época não tinham ideia da sua participação no processo, acreditavam que a participação dela era uma “dádiva dps céus”.

Esta lei da pureza representava que a cerveja alemã era um produto de alta qualidade, rejeitando definitivamente outras bebidas que se rotulavam cerveja mas utilizavam trigo, arroz, milho ou frutas na composição!

Beijinhos e salud

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