como praticar a autoestima

Como praticar a autoestima?

Tenho observado que a autoestima pode afetar diretamente tudo o que fazemos – trabalho, vida social, estudos, relacionamentos, etc.

Mas afinal, o que é autoestima?

Autoestima está relacionada com a forma como nos valorizamos, como nos percebemos no mundo e quão importantes somos para as pessoas que nos são queridas. Ainda, afeta a nossa confiança, nosso relacionamento pessoal e interpessoal.

Para ter e manter a autoestima em alta não basta olhar só para si. A visão do que está em volta da sua realidade, é muito importante. Se a visão é negativa e pessimista, certamente a impressão que você terá de si mesmo será ruim.

Vocês conseguem identificar quais são os sinais de baixa autoestima?

Alguns exemplos são:

Sensação constante de culpa – ter a percepção de que não consegue realizar os próprios projetos. Se você sente que seu nível de exigência consigo mesmo esta muito alto pode ser um indício de baixa autoestima.

Autocrítica excessiva – é como se houvesse uma necessidade constante de afirmar os próprios defeitos.

Se preocupar demais com a opinião dos outros – submeter à opinião que se tem de si aos outros cria dependência afetiva e demonstra falta de autoconhecimento e autoestima.

Reclamar demais da vida – enxergar tudo num olhar negativo, tendo dificuldades em reconhecer situações que possam ser favoráveis para você.

Se comparar a outras pessoas – como se no outro houvesse todas as qualidades que faltam em você.  Entre outros vários sinais.

Mas como praticá-la?

Hoje vou listar algumas atitudes que podem te ajudar.

Elimine a culpa – procure eliminar o sentimento de culpa, abraçando cada vez mais a leveza de sermos livres e que, se estamos agindo de forma danosa para nós ou para outro, a oportunidade de mudança está presente a cada novo segundo.

Não se compare com os outros – Deixe as comparações todas de lado. Cada ser é tão único, complexo, cheio de experiências, dores e felicidades como você. A alegria de uma pessoa não é a mesma da outra, assim como o sofrimento. Quando se trata da vida, não existe base de comparação: faça o que te faz bem.

Não generalize suas experiências – não é porque você cometeu um erro no passado que agora irá cometê-lo novamente.

Confie em si mesmo – Não espere que os outros te deem a motivação necessária para agir. Encontre forças em si para confiar nos seus movimentos e levar sua vida para onde você deseja.

Seja mais compassivo com seus erros – Não foi dessa vez? Não deixe que um erro cometido seja razão para que você desanime. Desenvolver um olhar compassivo para suas atitudes vai te fazer viver melhor.

Seja sincero consigo mesmo – Abrace suas fraquezas e suas forças, alimentando o equilíbrio da mente com relação à cada uma delas, sem se entregar ao narcisismo e sem se abalar pela autocrítica excessiva.

Comece a agradecer Ser grato tem a força de cultivar melhores experiências.

E o mais importante para o crescimento da autoestima é o viver no agora, não importa o que já foi feito ou o que irá acontecer.

Comece a alimentar esse cuidado de si e perceba como tudo fica mais simples e bonito.

Portanto, se você esta se sentindo “pra baixo”, com falta de confiança em si mesmo e não consegue lidar com estes sentimentos, é de extrema importância buscar ajuda de um profissional habilitado para que consiga superar seus próprios obstáculos e chegar ao seu objetivo desejado.

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