Carros de Aplicativos e Paraguay

Olá gentEEE!

Quem nos segue naquela rede das fotinhos, (@arquitetandoestilos, caso ainda não esteja com a gente no Instagram) já teve uma antecipação do assunto de hoje.

Semana passada, ao chegar em Foz do Iguaçu fui abordado no aeroporto por um homem muito interessado em saber se eu tinha chamado um carro de aplicativo. Achei estranho, disse que não e fui para o outro lado do aeroporto, esperar o carro que eu, realmente, havia chamado.

Contextualizando para você, quando os aplicativos chegaram aqui na cidade, houve muito drama entre taxistas e motoristas de turismo, pois a receita oriunda desse mercado é gigante. Historicamente abusiva aliás.

Uns dois anos atrás, aproximadamente quando os carros de aplicativos começaram a trabalhar nessa região, um taxi do aeroporto até o centro custava no taxi algo ao redor de R$ 75,00. E eles não trabalhavam por taxímetro, era necessário pegar um voucher lá dentro do saguão onde o valor já era estipulado, ou você ficava ao relento sem ninguém te dar atendimento nenhum até que tivesse o voucher do roubo.

Certa vez, com um taxista amigo eu consegui fazer pelo taxímetro o sentido inverso, ou seja: centro-aeroporto, e o valor não chegou aos R$ 40,00.

Veja só que, após dois anos, com toda a inflação que surgiu nesse período, numa corrida durante a noite paguei no cartão – que ainda tem taxas – apenas R$22,00 em um carro de aplicativo.

Quer dizer: Aqueles vouchers eram um roubo? Sim ou com certeza?

No momento, os motoristas de Foz ainda não tem permissão de atravessar fronteiras e no Paraguay ainda há muita tensão pois os aplicativos estão tentando trabalhar por lá mas o sindicato de taxistas é muito forte, e as manifestaçôes costumam ser violentas quando se trata de mexer no bolso deles.

Então, em Foz do Iguaçu, é perfeitamente possível utilizar os carros de aplicativos, mas na Argentina e Paraguai é melhor se render aos taxis ou, eu acho bem interessante também, motoristas de turismo ou agências.

Voltando aos aplicativos, como brasileiro não presta, estão estragando as coisas por aqui. Esse homem que me abordou, segundo o motorista que me levou pra casa, deve ser algum motorista que fica nos pontos de maior concentração de pessoas – no caso o aeroporto – e ficam aceitando e cancelando as corridas, e tentam pegar passageiros sem usar o programa, ganhando mais.

Não deveria ser necessario eu dizer o perigo que é entrar no carro de um desconhecido, numa cidade turística né? Porém entendam que quando você usa um aplicativo, automaticamente existem seguros, então por favor, não aceitem esse serviço de desconhecidos.

Por aqui, os mais comuns são o Uber e o 99.

#Bença!

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